Ópera rock

Ópera rock, na música, é um gênero que define álbuns de rock que agregam valores da ópera, ou seja, apresentam uma única história da primeira à última faixa. Nesses álbuns, as letras são interligadas por um único enredo.

O primeiro trabalho – e até hoje a maior referência no gênero – a ser chamado comercialmente de ópera rock foi Tommy (1969), da banda inglesa The Who. O álbum contava, em suas canções, a história do personagem Tommy Walker. Esse trabalho foi representado no cinema em 1675 e em 1993 no teatro.

Engine

Motor. Na área de desenvolvimento e tecnologia de jogos, o motor é a engenharia de software fundamental dentro do produto e tem a função de sistematizar todo o restante do desenvolvimento por meio de padronização de rotinas.

Por exemplo, o motor gráfico de um jogo é responsável pela geração das imagens: se o desenvolvedor insere uma bola no espaço tridimensional, o motor gráfico se encarrega de dar a ela profundidade pela aplicação de luzes e sombras, conforme o ambiente se apresentar. Se um motor de física determinar que o ambiente possui uma gravidade, a bola irá cair. Se existe um motor de colisão atuando, este irá constantemente verificar se a bola, em queda, se choca com outro objeto, e assim por diante.

Metais

Na instrumentação musical, metais é o grupo (naipe) que compreende os instrumentos de sopro de corpo construído em metal. Esse grupo geralmente é composto por tuba, trombone, trompete e saxofone.

A música de concerto européia já possuía a característica de reunir vários instrumentos em famílias diferentes mas, só no século XX popularizou-se o uso de instrumentos de tradição erudita européia também na música popular.

Contracanto

Na música, o contracanto é uma linha melódica que acompanha a melodia principal, porém de forma independente.

Forma seccionada

Na área da composição musical, segundo Aaron Copland (1939), "Para o ouvinte, a forma de entendimento mais fácil é a que é construída por seções. A separação mais ou menos definida de partes relacionadas entre si é prontamente compreensível. (...)"

Essas seções são nomeadas em ordem alfabética: seção A, seção B, seção C etc. Podemos fazer um paralelo entre a afirmação de Copland e as músicas populares atuais. Se repararmos em sua estrutura literária, ouvimos a alternância entre a repetição de estrofes e refrões. Então podemos chamar o refrão de seção A (parte A ou tema A) e a estrofe de seção B.

Geralmente chamamos o tema principal de A, porém podemos perceber músicas que possuem vários temas principais, ou nenhum. Os elementos rítmicos ou melódicos do tema B geralmente estão relacionados ao tema A. Em estilos musicais, como o clássico e romântico europeus, essas seções são facilmente detectadas.

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